Rui Patrício não conseguiu transportar o brilhantismo que vinha patenteando nas últimas épocas, de Alvalade para o Mundial’2014. Em boa verdade, o guarda-redes foi tolhido pela bola de neve que esmagou a Seleção Nacional no Brasil. Afinal, cumpriu apenas um jogo, o tal em que Portugal foi vergado pela Alemanha, o mesmo em que se lesionou. Não deixou, no entanto, de ser suficiente para que Patrício se sentisse agora na necessidade de afastar o “azar”. E de vez.
De regresso a Alvalade e no seu primeiro jogo nesta pré-temporada, Rui Patrício viveu jogo tranquilo no que ao trabalho diz respeito. Sem grandes intervenções, acabou por sofrer dois golos. O primeiro, caricato, ainda que sem culpas, já que a bola bateu no seu poste esquerdo antes de lhe passar por trás; o segundo, fruto de uma “malvadez” de Tounkara, que o driblou e deitou ao chão sem sequer tocar na bola...
Foi, portanto, quase em desespero que o capitão do Sporting partiu para a decisão por grandes penalidades. Qual peixe na água, ou não fosse Rui Patrício reconhecido especialista na arte de travar pontapés da marca dos onze metros, o guarda-redes acabou por ter influência absolutamente decisiva para a conquista da terceira edição do Troféu Cinco Violinos, tal e qual uma injecção de moral para atacar 2014/15, ao parar dois dos quatro remates.
Em casa
O capitão regressou a Alvalade e, mesmo não sendo certa a sua continuidade, começa a ser dado adquirido que vai manter-se de leão ao peito.
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